Razão, emoção e resultados

Olá, tudo bem?

Toda minha geração – e as anteriores – foi modelada de acordo com a crença de que a utilização da emoção no ambiente corporativo não só é desaconselhável, como deve ser evitada ao extremo, já que esse é um contexto racional e demonstrar seus sentimentos é sinal de fraqueza.

Colateral a esta crença, ficou estabelecida a visão de que o objetivo do trabalho é meramente sua recompensa financeira, o aspecto material, e deve-se evitar qualquer laço ou conexão emocional com esse ambiente. Lembra daquela frase: “quando determinada pessoa entra no escritório ela deixa o coração do lado fora”? Pois esse é mais um daqueles conceitos que deve ser revisto. Não é possível que uma pessoa realize todo seu potencial descartando seu envolvimento emocional, sua paixão, seu sentimento. Aliás, isso é uma falácia desde o começo dos tempos.

Ficou muito viva para mim essa visão quando assisti a esse trailer do Estudo de Caso com Elói D’Avila, fundador da Flytour. Trata-se de um empreendedor muito bem sucedido que foi garoto de rua e fundou uma empresa que atualmente fatura cerca de R$ 5 bilhões por ano e é uma das empresas líderes no segmento de turismo do Brasil. Ele é pura paixão e se emocionou em diversos momentos desse Estudo de Caso como nos momentos retratados nesse vídeo.

O Elói é prova viva da minha tese: para realizarmos nosso potencial temos de estar inteiros, íntegros, de corpo e alma. Independentemente do ambiente, do negócio, do contexto.

Uma reflexão que sugiro: você está inteiro? Se sente realizado no ambiente que escolheu para investir seu bem mais precioso que é sua vida? Se você é empreendedor, está construindo um ambiente onde as pessoas têm condições de se realizar pessoalmente? Acredite, não se trata de paternalismo, pois essa felicidade se traduzirá em maior produtividade e resultados práticos para seu negócio.

O caso do Elói é mais um dentre tantos que mostra que é possível aliar amor e paixão a resultados financeiros excepcionais. Eu acredito e exercito essa visão em minha vida. E você?

Sandro Magaldi.

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